In telling the story of our lives, it's impossible to separate fact from fiction, the people from the myth. It doesn't always make sense and most of it never happened, but that's what kind of story this is. We're three big fishes enjoying the eternal sunshine of our spotless minds and looking for that place over the rainbow... We're under construction.
So in the meantime... "Look at this stuff, isn't it neat?" :)

13th July 2010

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afinaldecontas:


Eu descobri que a gente morre. Eu sei agora que a gente morre. E achei feio, achei tristésimo, achei o corpo humano tão frágil, tão perecível. Fiquei doente, estou fraco, frágil, choro pelos cantos. (…)E escolhendo não morrer, escolhendo continuar, de uma forma ainda meio cega, tortuosa, não-racional. (…) Porque chega uma hora em que você tem que escolher a vida. Eu talvez não saiba bem ainda o que isso significa, mas é claro para mim que a hora dessa escolha é agora, está acontecendo. (…)o impulso para amar, para encontrar e conhecer e mergulhar no outro, é o que nos traz para perto da vida. E é por isso que quando se está de braços abertos, se está dando as costas para a morte. Ou deixando, calmamente, tão calmamente quanto possível, que ela venha a seu tempo — porque fatalmente virá. O que acontece comigo é que eu tinha andado de braços fechados. Sem perceber.
- Caio F. Abreu in “Cartas”

afinaldecontas:

Eu descobri que a gente morre. Eu sei agora que a gente morre. E achei feio, achei tristésimo, achei o corpo humano tão frágil, tão perecível. Fiquei doente, estou fraco, frágil, choro pelos cantos. (…)E escolhendo não morrer, escolhendo continuar, de uma forma ainda meio cega, tortuosa, não-racional.
(…)
Porque chega uma hora em que você tem que escolher a vida. Eu talvez não saiba bem ainda o que isso significa, mas é claro para mim que a hora dessa escolha é agora, está acontecendo.
(…)o impulso para amar, para encontrar e conhecer e mergulhar no outro, é o que nos traz para perto da vida. E é por isso que quando se está de braços abertos, se está dando as costas para a morte. Ou deixando, calmamente, tão calmamente quanto possível, que ela venha a seu tempo — porque fatalmente virá.
O que acontece comigo é que eu tinha andado de braços fechados. Sem perceber.

- Caio F. Abreu in “Cartas”

Source: afinaldecontas

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